pré-projeto de pesquisa:OS CONFLITOS PELA POSSE DE TERRAS NO ACRE:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE

PRÓ – REITORIA DE GRADUAÇÃO

CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maria Francisca Freire de Freitas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OS CONFLITOS PELA POSSE DE TERRAS NO ACRE:

o surgimento da Estrada Transacreana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rio Branco Acre

Julho de 2011

 

 

Maria Francisca Freire de Freitas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OS CONFLITOS PELA POSSE DE TERRAS NO ACRE:

 o surgimento da Estrada Transacreana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pré-projeto apresentado como exigência parcial para obtenção do título de licenciado em História junto a Universidade Federal do Acre, sob a orientação do professor Dr. Airton Chaves  da Rocha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rio Branco Acre

Julho de 2011

 

 

Maria Francisca  Freire de Freitas

 

 

 

 

 

 

 

OS CONFLITOS PELA POSSE DE TERRAS NO ACRE:

o surgimento da Estrada Transacreana.

 

 

 

 

 

Pré-projeto apresentado ao Curso de Licenciatura em História da Universidade Federal do Acre, como requisito parcial para obtenção do título de licenciado em História e

aprovação pela banca examinadora:

 

 

 

 

 

 

 

Orientador (a)

 

 

 

 

 

 

Membro

 

 

 

 

 

 

Membro

 

 

Rio Branco Acre

Julho de 2011

 

 

DEDICATÓRIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dedico este trabalho a Deus e a minha família que me apoiou em todos os momentos dessa trajetória, aos meus nobres colegas Francisco Jacob, Silvana, Rafaela, Naiara, Gleciane, Jerffeson, Kennedy e Lidiane, e também aos demais colegas de turma que me ajudaram a chegar até aqui. Dedico também ao senhor Renê Vasques Torres, por ceder-me suas memórias para a constituição de um novo olhar histórico sobre o Acre.

 

 

 

 

 

 

 

AGRADECIMENTO

 

 

 

Agradeço a Deus por poder adquirir novos conhecimentos, a minha família pelo apoio, a todos os colegas que estiveram do meu lado nesta trajetória e a todos os professores que contribuíram para minha Formação na graduação. Agradeço também a Universidade Federal do Acre pela oportunidade cedida para me forma no Curso de História Licenciada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“A terra não pode ser mera reserva de valor para os que especulam com o seu preço, porque só nela os homens encontram a vida.”*

 

                                                                                                              (Ulysses Guimarães)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RESUMO

 

 

Neste projeto, pretendo trabalhar com três temas centrais para que se compreenda o surgimento da Estrada Transacreana: conflitos, expondo a sua etnologia e seu significado na atualidade; conflitos por terras no Estado do Acre; e como estes conflitos impulsionaram a implantação da produção de subsistência através da agricultura familiar. A pesquisa será desenvolvida através da utilização da história oral, obtida através de entrevistas. Almeja-se a compreensão de que, diferentemente dos outros conflitos ocorridos neste período (1970 – 1980), o resultado obtido com essas revoltas, não foram conquistas sindicais, mas a união criada pela mesma necessidade de possuir seus meios de trabalho.

PALAVRAS-CHAVE: conflitos, terras, união, estrada, agricultura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUMÁRIO

 

 

 

 

1. INTRODUÇÃO……………………………………………………………………………………………………………… 9

2. JUSTIFICATIVA…………………………………………………………………………………………………………. 10

3. OBJETIVOS……………………………………………………………………………………………………………….. 10

4. QUADRO TEÓRICO…………………………………………………………………………………………………… 11

5. FONTES E METODOLOGIA……………………………………………………………………………………… 13

6.  CRONOGRAMA………………………………………………………………………………………………………… 13

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS……………………………………………………………………………………….. 15

8. BIBLIOGRAFIAS………………………………………………………………………………………………………… 16

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1. INTRODUÇÃO

 

Com este trabalho, busca-se elaborar um projeto de pesquisa pelo qual se possa guiar o historiador/pesquisador para a construção de seu conhecimento. Segundo José D’Assunção Barros, nesta parte do projeto (introdução) deve responder o que fazer?, e sua resposta deve remeter a delimitação do espaço, tempo e o problema investigado. Para Loiva Félix (1998.p.71): “pesquisar é sempre uma atividade de investigação que faz com que objetivos definidos de descoberta ou reavaliação e que envolve a dimensão intelectivo-racional da problemática e das escolhas e a dimensão intuitiva e criativa a chegada de um dado novo”[1]

 Esta pesquisa será realizada pela acadêmica do curso de História em Licenciatura pela Universidade Federal do Acre, Maria Francisca Freire de Freitas, que pretende, através de entrevistas e utilizando-se da história oral, transformar a memória do povo da Transacreana, em uma História, pois segundo Loiva Félix, para a construção da história  faz-se necessário  compreender os processos e tramites pelo qual se organiza o objeto a ser estudado, e acrescenta ainda que a memória só se transforma história quando é passada pela mão do historiador. É nesta busca da conexão do passado memória  e presente  como possibilidade de construção da história que se busca trazer a tona esse acontecimento que ficou esquecido. Pretende-se também dialogar com historiadores que trabalham sobre conflitos por terra no Acre que focalizam apenas a questão das lutas pela permanência dos seringais, ou que tratam os resultados desses conflitos como vitórias sindicais. Busca-se  explicitar que, nos finais da década de 70 e 80, já se percebia uma nova perspectiva de sobrevivência compreendida como agricultura familiar.

Esta pesquisa pretende mostrar  análise de pesquisas bibliográficas e fontes que trabalham o tema sobre os conflitos no Acre, procurando mostrar que no caso específico da Estrada Transacreana, se formulou um conflito pela posse da terra (que antes _ por uma política governamental_  havia sido cedida para fazendeiros, que pretendiam expulsar todos os seringueiros desse local para a implantação da pecuária), onde os seringueiros, em nome da causa comum organizaram-se para fazer valer seus direitos de posseiros. Mas por que escolheram a luta armada em vez da luta judicial? E por que não brigavam para a permanência dos seringais, como em Xapuri  e Brasiléia? Qual a reação do governo da época com relação a essas lutas? O que resultou desses conflitos?  Veremos que a luta pela defesa de um bem comum, que nesse caso era a terra para trabalhar, é capaz de mudar o tipo de organização social de uma região.

 

   2. JUSTIFICATIVA

 

 Na elaboração de uma pesquisa temos quer ter sempre em mente por que estamos trabalhando com o nosso objeto de investigação. Nesta perspectiva Loiva Félix (1998.p.71) explicita que “pesquisar história é sempre uma necessidade de produção… de um conhecimento histórico resultantes de diferentes percepções do real” [2], e acrescenta que para a elaboração deste deve -se ter: originalidade, relevância, viabilidade e interesses.

Essa pesquisa justifica-se pela viabilidade e convivência com o objeto a ser estudado, pela acessibilidade as fontes orais (história oral) e pelo interesse de transformar os conflitos vividos na Estrada Transacreana em História.

Justifica-se ainda pela necessidade da compreensão teórica do que são conflitos e qual as suas consequências na sociedade. Compreende-se também como importante pesquisar este conflito, porque não há nenhuma bibliografia que descreva  historicamente    tais acontecimento que culminaram na formação da Estrada Transacreana. 

       

3. OBJETIVOS

 

3.1  Objetivo geral

 

Compreender que nem todos os conflitos pela posse de terras no Acre ocorridos na década de 70 e 80 estavam voltados para a “proteção” dos seringais e mostrar que as margens das organizações sindicais também havia união e que esta contribuiu   para a  implantação da Reforma Agrária naquela região.

 

3.2 Objetivos Específicos

 

  • Conhecer a origem etnológica de conflitos;
  • Identificar os períodos e locais onde ocorreram os auges dos conflitos pela posse da terra no Estado do Acre;
  •  Especificar os aspectos que diferiram o conflito  ou  levante popular ocorrido na área que hoje corresponde a região da Estrada Transacreana dos outras áreas acreanas e contextualizar como esses conflitos por terra resultaram na Reforma Agrária em nossa região.

 

4. QUADRO TEÓRICO

 

     A História faz-se da elaboração de uma tese que segue determinada teoria. Por isso é preciso saber para que serve a história. Segundo Loiva Felix (1998.p.63) “ela contribui para formar pessoas cujas opiniões sejam mais livres, que sejam capazes de submeter informações com que são bombardeadas a uma análise lúcidas, mais capazes de agir com conhecimento da causa, menos enredados nas malhas de uma ideologia[3]. A palavra História é de  origem indo- européia e tem como significado o verbo ver. Em grego e  em latim possui um significado mais amplo tomando um sentido que relaciona a  raiz da palavra  história a idéia, pensamento. Segundo Félix, a história é construída a partir do olhar do historiador, podendo este tornar um objeto velho em uma nova história a partir da utilização de novos procedimentos (técnicas, métodos e suporte documentais) e novos pressupostos (tema e teoria).  Neste sentido a história é sempre um dado novo. A memória é a matéria-prima da construção histórica, que sendo manuseada pelo historiador, transforma-a em história-conhecimento, moldando-a a seu tempo, por isso, o historiador tem que desaprender-se do olhar positivista e compreender a história a partir de um processo sempre em construção. 

Para a construção de uma história faz-se necessário elaborar um norte no qual se deseja seguir para alcançar seu objetivo e é nessa perspectiva que se elabora um projeto de pesquisa. A autora Loiva Félix apresenta três etapas básicas como subsídios: o que pesquisar?, Por Que Pesquisar?  E como Pesquisa?

Para fazer História necessita-se de um referencial teórico pelo qual possa guiar suas investigações sobre o acontecido. Teoria é uma palavra de origem indo – europeia e está ligado ao ver e ao pensar. Em seu sentido geral, theorein = (ver) significa refletir, examinar, observar e meditar, formulando a partir daí uma construção abstrata que se chama de conceito. É nesse sentido de formulação e compreensão de conceitos que se assenta a organização e construção da história.

Neste trabalho pretende-se abordar o conceito de conflitos, compreendendo como ele tem sido utilizado na historiografia acreana para etiquetar os levantes sociais locais, e ainda abordar por que eles culminaram na implantação da reforma agrária em nosso Estado.  Desde os primórdios, os seres humanos utilizam da força, seja física, moral ou psicológica, para garantir sua sobrevivência sobre a terra. A lei da sobrevivência prediz que só se evolui os seres vivos que tem capacidade de adaptarem-se as diferentes variedades de ambientes. O resultado dessa busca pela sobrevivência e  manutenção de sua espécie, causam choques sociais que na maioria  das vezes, como conta em nossa história, é resolvido por conflitos. Conflitos, segundo Eurélio Buarque de Holanda, são lutas, combate, guerra, desavença ou discórdia.

Também se almeja trabalhar com alguns conflitos por terras que aconteceram no Acre. Segundo Marcos Vinicius em um comentário sobre Uma breve história da luta acreana[4], essa questão se estabelece desde a ocupação brasileira das terras do Acre, mas essa ocupação só se torna viés de conflito quando se valoriza no mercado internacional a borracha que aqui existia em abundância. O autor afirmar ainda que essa questões de anexação do território acreano aconteceu através de  conflitos, principalmente com a Bolívia, por que o próprio Brasil tinha despreocupação para aceita-lo como sua parte territorial, intensificando-se com a política governamental de expansão agropecuária implantada nos finais  da década de 70.

Para José de Carvalho ( 1904) – que vivenciou as primeiras revoltas acreanas não sangrentas no Acre– esses conflitos foram insultados pelo descaso do governo brasileiro em não aceitar o território acreano como brasileiro. E acrescenta mais, segundo ele, os brasileiros que aqui residiam também tinham que lutar contra outro inimigo mortal além dos bolivianos: as doenças por eles desconhecidas, ou seja, enfrentaram os conflitos de adaptação na região. 

A Reforma Agrária no Brasil sempre teve sua implantação muito conturbada e no Acre isso não aconteceu de forma diferente, por isso, pretendo expor o que os conflitos na Estrada Transacreana contribuíram para essa implantação. segundo Elder Andrade de Paula, em seu artigo sobre O Movimento Sindical dos Trabalhadores Rurais e a pela  terras no Acre: conquistas e retrocessos (p.88), afirma que a  implantação da divisão de terras no Estado, na década de 70 estava da seguinte forma:

“Em 1970, momento imediatamente anterior ao expansionista, a estrutura fundiária apresentava a seguinte configuração:

 514 imóveis com áreas acima de 1000 ha ocupavam 93,59%

das terras cadastradas, 526 estavam na faixa de 101 a 1000 ha,  equivalentes a 4,63%, 2.807 na faixa 1,0 a 100 ha, correspondentes a 1,78% da área cadastrada”.[5]

 

Pode-se então perceber a importância de abordar o conceito de reforma agrária em nosso estado, buscando compreender por os conflitos se insurgiram na região da estrada Transacreana.

 

5. FONTES E METODOLOGIA

 

Nesta parte do pré- projeto de pesquisa, segundo Félix, torna-se necessário responder a pergunta como pesquisar? A autora coloca que é através de instrumentos intelectivos (mentais e conceitos) e materiais (documentos e técnicas, recursos e instrumentos),

A pesquisa será conduzida através do modelo exploratório, pois se buscarão respostas as questões surgidas referentes ao tema, buscando compreender o porquê os conflitos que se insurgiram na região da estrada Transacreana se diferenciaram dos confrontos surgidos em Xapuri e Brasiléia, e por que resultaram na implantação da Reforma Agrária.

Esta pesquisa será realizada através de entrevistas realizadas com pessoas que participaram desses movimentos; também será realizadas consultas a bibliografias de livros e/ou jornais que tratam de conflitos no Acre  ou sobre o episódio acontecido naquela região. 

Após essa primeira fase da pesquisa de levantamento de bibliografia e produção documental sobre o tema, será feito a organização dos dados através de fichamentos.

Feito o fichamento, será feito a contextualização e a montagem do trabalho.

Para embasar esta pesquisa serão utilizadas diversas teorias que tratam sobre conflitos por terras no Acre.

 

6.  CRONOGRAMA

 

   Segundo Loiva Félix, nesta etapa do Projeto de Pesquisa deve conter uma distribuição do volume de trabalho e a previsão do tempo de execução da pesquisa, devendo contar também uma distribuição orçamentária (previsão de custo) contemplando as necessidades de custeio e de gastos, discriminando os recursos materiais e humanos, assim como as fontes de recursos disponíveis (ou a obter).

 

 

 

Atividades para 2011

Até Junho

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

Preparação para o Pré- Projeto de Pesquisa (aulas teóricas do Pofesssor/Orientador)

 

 

 

 

 

 

 

Confecção e entrega do Pré- Projeto de Pesquisa

 

 

 

 

 

 

 

Inicío da confecção do Projeto de Pesquisa.

 

 

 

 

 

 

 

Confecção do Projeto de Pesquisa.

 

 

 

 

 

 

 

Entrega do Projeto de Pesquisa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades para 2012

Junho

Até Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

Preparação para execução do projeto de pesquisa com  Pofesssor/Orientador

 

 

 

 

 

 

 

Início da Confecção do Trabalho de Conclusão de Curso

 

 

 

 

 

 

 

Período Pesquisa de campo

 

 

 

 

 

 

 

Análise do material coletado 

 

 

 

 

 

 

 

Redação do trabalho

 

 

 

 

 

 

 

Revisão do trabalho pelo professsor/orientador

 

 

 

 

 

 

 

Entrega do TCC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Através deste trabalho de elaboração do pré-projeto de pesquisa podemos compreender a importância da elaboração de um roteiro de pesquisa.  Nele podemos delimitar e calcular todas as possibilidades para a realização de um trabalho. É de fundamental relevância, pois podemos nos organizar na trilha dos procedimentos e pressupostos que devem ser seguidos para a formulação da pesquisa, não só histórica, mas de todos aqueles que desejam realizar algum trabalho que contenha uma finalidade.

Portanto, elaborar um projeto de pesquisa é dá um norte de como preparar a organização daquilo que deseja alcançar.

 

 8. BIBLIOGRAFIAS

 

BARROS, José D’ Assunção.  O PROJETO DE PESQUISA – ASPECTOS NTRODUTÓRIOS. Revista Travessia. Disponível em:<<http// www.unioeste.br/prppg/mestrados/letras/revistas/…/oprojetodepesquisa.pdf>> acesso dia 25/07/2011.

 CARVALHO, José. A Primeira Insurreição Acreana (documentada). Pará- Belém: TYP. DE GILLET & COMP., 1904. Disponível em << eduardoeginacarli.blogspot.com/…/duarte-elio-garcia-confl…>> acesso dia 20/07/2011 as 15:30.>>

 dIsponível em: <<http://www.sitequente.com/frases/terras.html>> acesso dia 25/07/2011

 FÉLIX, Loiva Otero. História e Memória: a problemática da Pesquisa. Passo Fundo: Eiupf, 1998.

 FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Miniaurélio  Século XXI escolar: o minidicionário da Língua Portuguesa. 4 ed. Ver. Ampliada. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

 NEVES, Marcos Vinicius. Uma Breve História de Luta Acreana. Disponível em: <<http://www.bibliotecadafloresta.ac.gov.br/index.php?catid=47:marcos-vinicius&id=114:uma-breve-hist-da-luta-acreana&option=com_content&view=article

acesso dia 20/07/2011 as 16:00.>>

 PAULA, Elder Andrade de. O movimento Sindical dos trabalhadores rurais e a luta pela terra no Acre: conquistas e retrocessos. Revista Nera, dezembro 2004. Disponível em

<< eduardoeginacarli.blogspot.com/…/duarte-elio-garcia-confl…>> acesso dia 20/07/2011 as 17:00.>>

  Silvia D. Degaspari; Teresa Raquel Vanalli; Márcia Regina G. Moreira (orgs). Apostila de Normatização Documentária (com base nas normas da ABNT). Presidente Prudente: unesp, 2006.


[1] FÉLIX, Loiva Otero. História e Memória: a problemática da Pesquisa. Passo Fundo: Eiupf, 1998

 [2] Idem

[3] Ibid

[4] Comentário extraído do site: http://www.bibliotecadafloresta.ac.gov.br

[5] PAULA, Elder Andrade de. O movimento Sindical dos trabalhadores rurais e a luta pela terra no Acre: conquistas e retrocessos. Revista Nera, dezembro 2004.

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