A FORMAÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS E SUA DIVERSIDADE

Os Estados Unidos compreende hoje cinqüenta estados. Tentaremos  conhecer como ocorreu o processo de ocupação dessa região pelos europeus e como se deu a organização que dá hoje a esse país, o status de potencia mundial.

Os primeiros colonizadores que lá estiveram, sofreram grandemente com as condições do clima, vegetação e dos povos que ali já habitavam. É importante ressaltar que assim como a América do Sul, a América do Norte também foi povoada pelos europeus indesejáveis em seu continente. Para lá vinheram pobres, negros, ricos, católicos,  protestantes,etc.

Adaptar-se em uma terra desconhecida e totalmente diferente do seu habitat natural fez com que os europeus que sobreviveram as temperanças do início do período colonial dos EUA sentissem-se como os “escolhidos por Deus” para habitar o “novo mundo”. Mas esse conceito era muito restrito aos ingleses brancos e protestantes,  excluindo assim  do “início da história” muitos outros grupos que compõem esse país.

A  seguir, faremos um esboço da diversidade que compõem os Estados Unidos e que lhes pode garantir uma estabilidade econômica, política e social no mundo atual:

 

GEOGRAFIA

os ESTADOS UNIDOS possui uma geografia totalmente diversa de um ponto ao outro do país.

Seu relevo é composto pela: planície atlântica que se estende do atlântico do país até o cabo Cod, e ao norte até os limites com o México; pelos Montes Apalaches compreendendo um amplo cinturão de planaltos e montanhas  baixas que se estende do Alabama central na direção noroeste, até o Canadá; pelas planície do interior que abrange a maior parte das terras situadas entre o  monte Apalaches  e as montanhas rochosas; as montanhas do interior que é uma pequena área de montanhas a colinas baixas, ao norte do Missouri e Arkansas e a Leste de Oklahoma; Planalto Laurenciano sendo um platô montanhoso que fica a margem do Lago Superior, a Leste do Minnesota e a Norte de Wisconsin e Michigan; e as montanhas rochosas que se estende desde a fronteira com o  Canadá até o  Norte do Novo México.

Os Estados Unidos também possui uma grande rede hidrográfica, comportando uns dos maiores rios do mundo como o Mississippi- Missouri e seus afluentes, o rio Hudson e outros de grande importância.

O  clima apresenta variações conforme as características do relevo, dividindo esse país em cinco zonas climáticas: a Zona Superúmida, que abrange ao longo da costa norte do Pacífico e vai até a cadeia das cascatas; a Zona Úmida que permeia todo Leste dos Estados unidos do Lago  Superior até o litoral do Texas; Zona Subúmida compreende uma faixa a Oeste da zona úmida; Zona Semi-árida situada a  Oeste da zona subúmida até  as Montanhas Rochosas, estendendo-se do México ao Canadá; e a Zona Árida abrange trechos do Estados de Nevada, Utah, Arizona, Novo México, Centro-Oeste da Califórnia e ao Sudoeste do Texas.

A vegetação é dividida em quatro áreas  distintas: a floresta, a pradaria, a tundra alpina e o deserto.

Na fauna apresenta uma diversidade de animais um pouco semelhante ao europeu e ao eurasiático. Nas especies animais ganham destaque a região da floresta. Os peixes foram de grande importância para o desenvolvimento daquele país.

 

FORMAÇÃO ECONÔMICA, POLÍTICA E SOCIAL

Das primeiras colônias às guerras indígenas.

As colônias norte-americanas pretendiam uma maior riqueza sem impostos nem controle. O ressentimento contra a metrópole inglesa cresceu e transformou-se em rebelião. A Revolução Norte-americana garantiu liberdade e uma constituição democrática. Durante as décadas seguintes, a expansão da fronteira dos Estados Unidos, rumo ao oeste, foi o estopim das guerras indígenas. Mas o norte e o sul estavam profundamente divididos, e o preço de uma eventual unidade foi uma cruenta e dispendiosa guerra civil.

Antes da Independência, os EUA eram formados por treze colônias controladas pela metrópole: a Inglaterra,sendo que cada uma dessas colônias tinham sua própria autonomia. Dentro do contexto histórico do século XVIII, os ingleses usavam estas colônias para obter lucros e recursos minerais e vegetais não disponíveis na Europa. Era também muito grande a exploração metropolitana, com relação aos impostos e taxas cobrados dos colonos norte-americanos.

 

As maiores vítimas da marcha para o Oeste foram os indígenas. Estes se encontravam em estágios de pouco desenvolvimento se comparados aos astecas, maias e incas, daí sua dificuldade para resistir ao domínio e força dos brancos europeus. Os norte-americanos acreditavam que, além de serem os predestinados por Deus a ocuparem todo o território, deveriam cumprir a missão de civilizar outros povos. Nesse sentido, contribuíram decisivamente para o extermínio da cultura e da pessoa física do indígena. As tribos do Sul, mais desenvolvidas, proporcionam uma resistência maior à ocupação do branco. No entanto, a única opção das tribos indígenas foi a ocupação de terras inférteis em direção ao Pacífico, até o seu extermínio. De acordo com o “herói” americano, o general Armstrong Custer, considerado como o “grande matador de índios”,“o único índio bom é um índio morto”.

O massacre dos povos indígenas nos EUA foi o mais sistemático e violento da América. Calcula-se que, no início do século XVI, os grupos indígenas que habitavam a área que hoje é ocupada pelos EUA somavam mais de 12 milhões de pessoas. Com o avanço da colonização, essa massa populacional foi diminuindo até ser quase extinta. Hoje, estão reduzidos a aproximadamente 3 milhões de indivíduos, divididos em cerca de 40 povos. Em números relativos (na comparação com outros grupos), eles não têm presença significativa na população de nenhum estado americano, já que representam menos de 1% do total nacional.

Donos de terras invadidas pelos colonizadores, esses grupos resistiram como puderam até a rendição final e o confinamento em reservas no final do século XIX. Originalmente essas reservas eram bem extensas e permitiram a sobrevivência de grandes grupos indígenas. No entanto, essas reservas tiveram suas áreas bastante reduzidas.

Os indígenas, depois de tantas promessas feitas e de tratados firmados e não respeitados pelos colonizadores, não acreditavam mais nas palavras do branco. Exceto em uma única promessa que foi cumprida a de tomarem suas terras.

 REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA

BRITANNICA, Editora da Encyclopédia. Enciclopédia Barsa. Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. Rio de Janeiro – São Paulo, 1990, v. 7

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